Um consórcio é mais do que uma parceria informal entre organizações que trabalham e aprendem juntas (embora ambas as coisas aconteçam em um consórcio). Trata-se de um acordo formal entre organizações que trabalham juntas para um objetivo definido (geralmente chamado de Contrato de Joint Venture ou Contrato de Consórcio). Clareza de propósito é essencial, assim como a definição da estrutura adequada. Benefícios – Os motivos pelos quais as organizações optam por trabalhar em consórcio geralmente incluem: Obter acesso a mercados que não conseguiriam acessar sozinhos. Simplicidade para os comissários do serviço público. Redução de custos indiretos e compartilhamento de capacidade. Partilha de riscos. Aprender uns com os outros e compartilhar habilidades e conhecimentos complementares. Melhorias no serviço e melhor relação custo-benefício. Maior visibilidade. Desvantagens – Qualquer trabalho conjunto também pode trazer desvantagens, incluindo: Os custos diretos e de oportunidade de instalação e operação.
A tomada de decisões conjuntas geralmente leva mais tempo. Risco reputacional: cada organização do consórcio, em certa medida, confia sua reputação a terceiros. Valores e culturas diferentes geram tensões. Medo da perda de independência. Existem, em linhas gerais, três tipos de estrutura de consórcio: contratos separados (cada parceiro tem um contrato separado com o financiador), uma entidade líder (um parceiro é o contratante principal e subcontrata os demais) ou uma Sociedade de Propósito Específico (SPE – uma nova organização do consórcio é criada como contratante principal e subcontrata os parceiros). Essas estruturas são ilustradas nos diagramas abaixo.
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